{"id":97985918,"date":"2018-02-16T15:39:00","date_gmt":"2018-02-16T18:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/acrimat.org.br\/portal\/?p=97985918"},"modified":"2018-02-16T15:39:00","modified_gmt":"2018-02-16T18:39:00","slug":"intensificacao-impulsiona-producao-de-fazenda-em-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/intensificacao-impulsiona-producao-de-fazenda-em-mt\/","title":{"rendered":"Intensifica\u00e7\u00e3o impulsiona produ\u00e7\u00e3o de fazenda em MT"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Levanta, sacode a poeira e d\u00e1 a volta por cima.&#8221; A famosa frase no samba &#8220;Volta por cima&#8221;, do compositor Paulo Vanzolini, espelha o que aconteceu com a Agropecu\u00e1ria Fazenda Rosane, hoje uma refer\u00eancia em pecu\u00e1ria na regi\u00e3o de Nova Bandeirantes, na Amaz\u00f4nia mato-grossense (regi\u00e3o oeste do Estado, 1.020 km ao norte da capital, Cuiab\u00e1). Adquirida pelos atuais propriet\u00e1rios (fam\u00edlia Della Rosa) h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas, apresenta altos e baixos em sua hist\u00f3ria. Depois de desempenhos \u00e0 margem de riscos nos primeiros anos, a propriedade amargou seguidos resultados negativos entre 2008 e 2012 no seu sistema extensivo de produ\u00e7\u00e3o em ciclo completo. Seus pastos sofreram um processo progressivo de degrada\u00e7\u00e3o e foram tomados por invasoras. Em quatro anos o estoque de gado despencou de 6.000 para 3.200 animais. A conta fechava no vermelho, na casa de meia arroba\/hectare\/ano.<\/p>\n<p>A partir da safra 2013\/2014 as coisas come\u00e7aram a mudar, a come\u00e7ar pela elimina\u00e7\u00e3o da cria e a aposta em um sistema gradualmente intensivo de recria e engorda a pasto. Mas n\u00e3o foi nada f\u00e1cil. Os propriet\u00e1rios, Devanir Della Rosa e o filho Henrique, por pouco n\u00e3o &#8220;jogaram a toalha&#8221;. Ao persistirem, encontraram um caminho ainda hoje trilhado e em expans\u00e3o. Na primeira \u00e1rea intensificada de 143 ha (equivalente a 5,7% dos pastos da fazenda, justamente o setor em melhor condi\u00e7\u00e3o), a produ\u00e7\u00e3o de carne disparou de 7@\/ha (safra 2013\/2014) para 38,5@\/ha. Apenas esta interfer\u00eancia injetou combust\u00edvel e \u00e2nimo, elevando a m\u00e9dia de toda a fazenda de pouco menos de 7 @\/ha\/ano para 11 @\/ha\/ano. O faturamento l\u00edquido mais do que dobrou, saltando de R$ 210\/ha para R$ 488\/ha.<\/p>\n<p>Para a safra 2017\/2018 mais 81 ha entram em intensifica\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, dois m\u00f3dulos de 22 ha cada est\u00e3o em fase intermedi\u00e1ria de prepara\u00e7\u00e3o e outra parcela de 82 ha passa por um trabalho inicial de redimensionamento de pasto e cerca. &#8220;Nossa meta \u00e9 introduzir na intensifica\u00e7\u00e3o um pasto por ano at\u00e9 atingir 60% de nossa \u00e1rea produtiva, de aproximadamente 2.500 ha. Um quadro de conforto seria comprar 3.000, recriar 3.000 e abater 3.000 animais\/ano&#8221;, calcula o gerente-geral da fazenda, Walldon Manteli, primo de Henrique, que assumiu a fun\u00e7\u00e3o em 2013. Segundo ele, a propriedade atualmente compra, recria e abate 2.200 animais\/ano.<\/p>\n<p><strong>Giro longo &#8211;<\/strong>\u00a0A Fazenda Rosane foi adquirida pela fam\u00edlia Della Rosa em 1998 com apenas 266 ha abertos como pastagem de momba\u00e7a e braqui\u00e1ria, boa parte abandonada, sem uso para a pecu\u00e1ria. Aos poucos, a \u00e1rea produtiva foi ampliada e a produ\u00e7\u00e3o de carne atingiu a faixa entre 6 e 7@\/ha, muito superior \u00e0 m\u00e9dia do Estado, atualmente em 3,4 @\/ha\/ano, segundo a Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat). No entanto, o giro era longo: os animais iam ao gancho com idade entre tr\u00eas e quatro anos. Para completar, a produ\u00e7\u00e3o estagnou, com a infesta\u00e7\u00e3o de invasoras, como o capim navalha, e com o crescente esgotamento dos pastos, quadro que come\u00e7ou a corroer o estoque.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 ent\u00e3o, a gente agia como a maioria dos pecuaristas. Med\u00edamos a produ\u00e7\u00e3o s\u00f3 quando mand\u00e1vamos o gado para abate. Ou seja, n\u00e3o med\u00edamos nada. Existia a ideia do quanto de carne produz\u00edamos, mas n\u00e3o havia par\u00e2metros de custo. Vieram da\u00ed os maiores desafios: admitir que n\u00e3o sab\u00edamos fazer e tomar a decis\u00e3o de sair da zona de conforto&#8221;, confessa Waldon, que trabalha na propriedade do tio h\u00e1 16 anos.<\/p>\n<p>A ascens\u00e3o dele ao cargo de gerente-geral ocorreu justamente no momento de transi\u00e7\u00e3o e de incertezas, mas tamb\u00e9m de expectativa e de esperan\u00e7a. Seu primo Henrique (ent\u00e3o aos 24 anos) estava concluindo o curso de zootecnia e havia passado seis meses cumprindo est\u00e1gio nos Estados Unidos. &#8220;Ele chegou com todo o g\u00e1s e pronto para assumir a sua parte na gest\u00e3o da fazenda&#8221;, conta.<\/p>\n<p>Depois de levantar a produtividade da propriedade, Henrique apresentou ao seu pai um projeto que propunha a ado\u00e7\u00e3o de um sistema de recria e engorda de machos em pastagens. Aprovada a ideia, logo foram descartadas as matrizes, assim como o rebanho Nelore PO que vinha sendo desenvolvido desde 2007.<\/p>\n<p>De imediato, os primos resolveram reformar 150 ha de pastagem. A decis\u00e3o, no entanto, quase quebrou de vez o neg\u00f3cio. &#8220;O maquin\u00e1rio que t\u00ednhamos n\u00e3o dava conta da \u00e1rea; arranc\u00e1vamos as invasoras, mas elas continuavam a se multiplicar. Acabamos perdendo o controle sobre o capim navalha. Foi um desespero. Quase deixamos a pecu\u00e1ria&#8221;, conta Manteli.<\/p>\n<p><strong>A virada &#8211;\u00a0<\/strong>O impasse durou at\u00e9 o momento em que Henrique Della Rosa mergulhou em uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Piracicaba, no interior de S\u00e3o Paulo, e conheceu o professor Moacyr Corsi, da Esalq\/USP, agr\u00f4nomo e doutor em ci\u00eancia animal e pastagens. O pecuarista foi fisgado pelas argumenta\u00e7\u00f5es de Corsi, que pregava a possibilidade de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de carne de 7 @ para uma faixa entre 30 e 50 @\/ha, dando prioridade ao manejo adequado do pasto.<\/p>\n<p>&#8220;Na \u00e9poca, ele estava colhendo os primeiros resultados de um projeto (Pecu\u00e1ria Verde) em Paragominas, no Par\u00e1. Os n\u00fameros me deixaram bastante impressionado. Lembro que, ao chegar de uma aula do professor, por volta da meia-noite de uma sexta-feira, corri para acordar meu pai e relatar a ele boa parte do que tinha ouvido na Esalq&#8221;, conta Henrique.<br \/>\nMas, antes de comprar a ideia, a fam\u00edlia teve que compreender o que seria feito, al\u00e9m de convencer seus 12 funcion\u00e1rios a abra\u00e7arem a causa. &#8220;Passamos por uma restrutura\u00e7\u00e3o mental. Ningu\u00e9m acreditava na possibilidade de atingirmos 30@\/ha\/ano. Tivemos de falar que a meta seriam 15@ para que houvesse ades\u00e3o da equipe&#8221;, lembra Waldon.<\/p>\n<p>Henrique Della Rosa conta que quando acertou com o professor Corsi, a fam\u00edlia tinha no\u00e7\u00e3o de onde poderia chegar, mas n\u00e3o de como fazer isso. At\u00e9 porque a fazenda contava com boas gram\u00edneas &#8211; o panicum momba\u00e7a e as braqui\u00e1rias xara\u00e9s e marandu. &#8220;Neste sentido, o principal papel desenvolvido pelo professor foi &#8211; e ainda \u00e9 &#8211; de nos orientar sobre a forma correta de intensifica\u00e7\u00e3o. Na pr\u00e1tica, ele nos ensinou a manejar a forragem, melhorando inicialmente o ganho de peso e posteriormente a taxa de lota\u00e7\u00e3o. Com o aumento da taxa de lota\u00e7\u00e3o, aprendemos a redimensionar cochos e bebedouros, e a melhorar o manejo sanit\u00e1rio&#8221;, explica Henrique.<\/p>\n<p>O gerente Waldon confessa que se surpreendeu com os m\u00e9todos de Corsi: &#8220;Achei que a gente ia come\u00e7ar adubando pastagem, algo que j\u00e1 faz\u00edamos com n\u00edvel tecnol\u00f3gico baixo e que tinha como resultado desperd\u00edcio de capim. Ele descartou a ideia, explicando que antes de qualquer coisa t\u00ednhamos de aprender a colher nossa produ\u00e7\u00e3o de pasto. Descobri que n\u00e3o sab\u00edamos nada. Fiquei chocado. Tive at\u00e9 depress\u00e3o&#8221;, conta.<\/p>\n<p>No redimensionamento de pasto, os 143 ha foram divididos em 12 piquetes e a aduba\u00e7\u00e3o ganhou em fundamenta\u00e7\u00e3o. Passou a ser feita uma an\u00e1lise de solo para se definir o n\u00edvel de aduba\u00e7\u00e3o. Neste processo, s\u00e3o coletadas amostras em cerca de 30 pontos por piquete. &#8220;Trata-se de uma an\u00e1lise superficial de solo e de micronutrientes. Desconhe\u00e7o algo semelhante na regi\u00e3o para a pecu\u00e1ria&#8221;, afirma Manteli.<\/p>\n<p><strong>Sinais de recupera\u00e7\u00e3o &#8211;\u00a0<\/strong>Os primeiros sinais de recupera\u00e7\u00e3o vieram j\u00e1 na primeira safra ap\u00f3s as mudan\u00e7as (2014\/2015). O ganho de peso m\u00e9dio dos animais saltou de 341 gramas\/dia para 686 gramas\/dia; a lota\u00e7\u00e3o passou de 1,2 para 2,35 UA\/ha (unidade animal\/hectare) e a produtividade por hectare fechou em 22,8@\/ha, muito al\u00e9m das 15@ colocadas como meta inicial para a equipe. &#8220;Isso apenas com o manejo correto de pastagens, sabendo a hora certa de colocar e de tirar os animais do pasto&#8221;, revela Manteli.<\/p>\n<p>Na safra 2015\/2016, os n\u00fameros da \u00e1rea de 143 ha ficaram ainda melhores: a taxa de lota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia (\u00e1guas + seca) foi de 3,1 UA\/ha na safra, com proje\u00e7\u00e3o de 3,74 UA\/ha para a safra atual; a margem entre a arroba comercializada e seu custo ficou em 2,1@, com previs\u00e3o de mais que triplicar (7,59@) nesta safra.<\/p>\n<p><strong>Ciclo curto e suplementa\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong>\u00a0Alguns procedimentos pontuais foram de dif\u00edcil assimila\u00e7\u00e3o, como a pesagem de todos os animais a cada 30 ou 60 dias. &#8220;A gente simplesmente n\u00e3o pesava&#8221;, revela Waldon Manteli. Por outro lado, toda a equipe vibrou com a redu\u00e7\u00e3o de um ano do ciclo produtivo em toda a fazenda, com os animais indo a abate aos 30 meses, ante a m\u00e9dia de 42 meses at\u00e9 a safra 2013\/2014. &#8220;Adquirimos animais p\u00f3s-desmama sempre com peso superior a 200 kg. At\u00e9 o abate, temos de colocar, em m\u00e9dia, mais 340 kg. Alguns lotes de bezerros chegam \u00e0 fazenda e entram no setor intensificado na seca para chegar no per\u00edodo das \u00e1guas pesando em torno de 370 kg. Estes morrem com idade m\u00e9dia de 24 meses com peso m\u00e9dio de 19@&#8221;, conta o gerente.<\/p>\n<p>O uso da \u00e1rea intensiva e o consequente desafogo de outros setores de pasto ajudaram neste encurtamento. Nas \u00e1guas, os 143 ha recebem quase 5 UA\/ha de lota\u00e7\u00e3o. &#8220;Com isso, consigo reduzir o n\u00famero de animais em pastos menos tecnificados. Eles ficam com pouca lota\u00e7\u00e3o e alto res\u00edduo. Essas \u00e1reas continuam sendo extensivas, mas produtivas. Em m\u00e9dia, me garantem 9@\/ha\/ano, bem mais do que as 7@ que t\u00ednhamos em nossa melhor \u00e1rea antes das mudan\u00e7as&#8221;, informa Waldon.<\/p>\n<p>A partir da safra 2016\/2017, a Agropecu\u00e1ria Fazenda Rosane iniciou um trabalho estrat\u00e9gico de suplementa\u00e7\u00e3o m\u00ednima com o objetivo de aliviar a carga dos pastos durante os meses secos (junho a setembro). &#8220;Sempre fizemos termina\u00e7\u00e3o a pasto, mas alguns animais passaram a ser acabados com a ajuda de ra\u00e7\u00e3o. \u00c9 coisa m\u00ednima, em torno de 0,5% do peso vivo. Na pesagem de mar\u00e7o, separo aqueles que apresentam entre 440 e 479 kg. Tenho certeza de que mesmo que ganhem 900 gramas\/dia n\u00e3o chegar\u00e3o ao ponto de abate at\u00e9 o fim das \u00e1guas. Assim, recebem uma suplementa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 1,1 kg\/dia e morrem at\u00e9 maio ou come\u00e7o de junho. Os demais, acima de 480 kg, n\u00e3o recebem suplementa\u00e7\u00e3o, pois em algum pasto extensivo v\u00e3o conseguir um ganho m\u00e9dio di\u00e1rio m\u00ednimo de 600 gramas para serem abatidos antes da estiagem.&#8221; Assim, Manteli consegue &#8220;limpar&#8221; a fazenda para o per\u00edodo seco, liberando pasto para atender a outras categorias (animais com peso entre 300 e 350 kg) que ser\u00e3o terminadas no ano seguinte.<\/p>\n<p>Indagado sobre at\u00e9 onde pretende levar a intensifica\u00e7\u00e3o na Agropecu\u00e1ria Fazenda Rosane, o propriet\u00e1rio, Henrique Della Rosa, diz que planeja, em m\u00e9dio prazo, elevar o rebanho (que j\u00e1 pulou de 3.200 para 4.300 cabe\u00e7as em quatro anos) e manter uma taxa de desfrute alta (era de 37% na safra 2013\/2014). &#8220;At\u00e9 2020 queremos chegar a 6.000 animais com uma taxa de desfrute pr\u00f3xima de 60%. Para isso teremos de suportar uma lota\u00e7\u00e3o anual acima de 2 UA\/ha com um ganho m\u00e9dio de 550 gramas\/dia&#8221;, projeta.<\/p>\n<p><em><strong>*Mat\u00e9ria originalmente publicada na edi\u00e7\u00e3o 442 da Revista DBO.<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de quase desistir da pecu\u00e1ria, Agropecu\u00e1ria Fazenda Rosane eleva produtividade de carne de 7@\/ha para 38@\/ha em \u00e1rea intensificada<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":97985293,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,1],"tags":[],"class_list":["post-97985918","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-noticia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.8.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Intensifica\u00e7\u00e3o impulsiona produ\u00e7\u00e3o de fazenda em MT - 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