{"id":97988954,"date":"2018-07-31T12:01:38","date_gmt":"2018-07-31T15:01:38","guid":{"rendered":"http:\/\/acrimat.org.br\/portal\/?p=97988954"},"modified":"2018-07-31T12:04:45","modified_gmt":"2018-07-31T15:04:45","slug":"o-que-temos-para-aprender-com-o-sistema-australiano-de-producao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/o-que-temos-para-aprender-com-o-sistema-australiano-de-producao\/","title":{"rendered":"O que temos para aprender com o sistema australiano de produ\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<p><strong>Caracter\u00edsticas da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Departamento de Agricultura \u00c1gua e Recursos Naturais da Austr\u00e1lia a bovinocultura de corte \u00e9 uma parte importante da economia rural. Da \u00e1rea agricult\u00e1vel, 75% est\u00e1 destinada \u00e0 pecu\u00e1ria de corte, sendo o Norte e o Sul do pa\u00eds as principais regi\u00f5es produtoras.<\/p>\n<p>As propriedades do Norte da Austr\u00e1lia s\u00e3o geralmente maiores e mais especializadas e, ao longo dos anos, conseguiram margens relativamente melhores comparadas \u00e0s fazendas do sul. Al\u00e9m disso, a regi\u00e3o sul sofre mais com varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e \u00e9 mais sens\u00edvel a seca, o que acarreta em maiores gastos com alimenta\u00e7\u00e3o animal nas fazendas dessa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os resultados do Agribenchamark 2017 mostraram que as propriedades modais australianas s\u00e3o consideradas de baixo custo de produ\u00e7\u00e3o e as rentabilidades das fazendas tendem a ser positivas no curto prazo, contudo, no longo prazo, apenas quatro de nove fazendas modais foram consideradas rent\u00e1veis. Comparando como as fazendas modais brasileiras, o custo de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 considerado baixo, por\u00e9m nenhuma fazenda teve rentabilidade positiva, no logo prazo.<\/p>\n<p>De acordo com a MLA, Carne e Pecu\u00e1ria da Austr\u00e1lia, respons\u00e1vel pela propaganda, pesquisa e desenvolvimento da carne vermelha e ind\u00fastria pecu\u00e1ria, aproximadamente, 2\/3 dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia \u00e9 a base de pasto com inclus\u00e3o de gr\u00e3os na dieta antes do abate. O restante das propriedades adota um sistema de produ\u00e7\u00e3o com nutri\u00e7\u00e3o animal baseada, principalmente, em gr\u00e3os, em que comumente s\u00e3o utilizados trigo, cevada, sorgo e triticale combinados com tremo\u00e7o ou ervilhas, caro\u00e7o de algod\u00e3o ou canola e silagem ou feno.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina origin\u00e1rias de sistemas de produ\u00e7\u00e3o com dieta animal a base de gr\u00e3os tem sido impulsionada pelos mercados japon\u00eas e coreano.<\/p>\n<p><strong>Exporta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O mercado de carne australiano \u00e9 mais dependente do mercado internacional em compara\u00e7\u00e3o com o Brasil. Segundo os dados do USDA, Departamento de Agricultura do Estados Unidos, a Austr\u00e1lia produziu, aproximadamente, 2,15 milh\u00f5es de toneladas de carne bovina e \u00e9 o s\u00e9timo pa\u00eds na produ\u00e7\u00e3o mundial da carne, atr\u00e1s dos Estados Unidos, Brasil, Uni\u00e3o Europeia, China, \u00cdndia e Argentina.\u00a0\u00a0Em rela\u00e7\u00e3o a exporta\u00e7\u00e3o, o pa\u00eds passa para a terceira posi\u00e7\u00e3o, com 1,48 milh\u00f5es de toneladas de carne exportada, atr\u00e1s do Brasil e da \u00cdndia, em sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es australianas representaram, em 2017, 69% da produ\u00e7\u00e3o nacional, enquanto no Brasil, 19% da produ\u00e7\u00e3o de carne bovina foi destinada as exporta\u00e7\u00f5es. A produ\u00e7\u00e3o australiana de carne, de 2007 para 2017, diminuiu 1%, j\u00e1 a quantidade exportada aumentou, aproximadamente, 6%.<\/p>\n<p>De acordo com a base de dados do MLA, os pa\u00edses que mais aumentaram a demanda por carne australiana foram, em sequ\u00eancia, China, Ar\u00e1bia Saudita e Filipinas. Contudo, o Jap\u00e3o, os EUA e a Cor\u00e9ia do Sul s\u00e3o os principais importadores de carne bovina australiana, representando 29%, 23% e 15% do volume de carne bovina exportada, respectivamente.<\/p>\n<p>Na Austr\u00e1lia, o valor do quilo da carne bovina exportada teve uma valoriza\u00e7\u00e3o de 22% nos \u00faltimos 10 anos, conforme o MLA. Em 2017, o valor m\u00e9dio da carne exportada foi de 7,44 d\u00f3lares australianos por quilo. No Brasil, esse valor foi de 4,20 d\u00f3lares por quilo, de carne bovina refrigerada, fresca ou congelada, o que equivale a 5,68 d\u00f3lares australianos por quilo. A Austr\u00e1lia conseguiu agregar um valor 31% maior no quilo da carne exportada em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, no \u00faltimo ano.<\/p>\n<div id=\"attachment_97988955\" style=\"width: 616px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-97988955\" class=\"size-full wp-image-97988955\" src=\"http:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot.jpg\" alt=\"\" width=\"606\" height=\"305\" srcset=\"https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot.jpg 606w, https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot-300x151.jpg 300w, https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot-250x126.jpg 250w, https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot-550x277.jpg 550w, https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot-358x180.jpg 358w, https:\/\/acrimat.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/figura_scot-596x300.jpg 596w\" sizes=\"(max-width: 606px) 100vw, 606px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-97988955\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: MLA e Australian Bureau of Statistics \/ Elabora\u00e7\u00e3o: Scot Consultoria \u2013 www.scotconsultoria.com.br<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Programas de certifica\u00e7\u00e3o e melhoramento<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A forte depend\u00eancia do mercado externo estimula a Austr\u00e1lia a agregar valor na sua produ\u00e7\u00e3o e a ganhar mercados mais exigentes em rela\u00e7\u00e3o a qualidade da carne. Com isso, a MLA tem um papel importante, sendo respons\u00e1vel pelo\u00a0<em>marketing<\/em>do setor pecu\u00e1rio, relacionando a carne australiana a carne de qualidade.<\/p>\n<p>O uso de certificados reconhecidos internacionalmente \u00e9 uma forma de diferenciar seu produto que, no caso, \u00e9 a carne bovina\u00a0<em>commodity<\/em>.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do MSA, Padr\u00e3o de Carne Australiana. \u00c9 um programa de certifica\u00e7\u00e3o amplamente adotado na Austr\u00e1lia com reconhecimento internacional, criado em 1999. Cada carca\u00e7a tem a data de produ\u00e7\u00e3o, peso e n\u00famero individual que permite a rastreabilidade ao longo da cadeia. Para apurar a qualidade da carne s\u00e3o feitos os seguintes testes:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Altura do dorso do animal (local onde estaria o cupim nas ra\u00e7as zebu\u00ednas). Essa medida est\u00e1 ligada com a interfer\u00eancia de ra\u00e7as tropicais que podem diminuir a qualidade da carne.<\/li>\n<li>\u00c1rea de olho de lombo, relacionado com o rendimento de carca\u00e7a.<\/li>\n<li>Comprimento do m\u00fasculo longo dorsal para analisar a maturidade \u00f3ssea. Quanto maior essa maturidade menor a maciez da carne.<\/li>\n<li>Marmoreio, quantidade e distribui\u00e7\u00e3o da gordura intramuscular que tem efeito direto no sabor da carne.<\/li>\n<li>An\u00e1lise da cor da carne.<\/li>\n<li>An\u00e1lise da cor da gordura.<\/li>\n<li>Quantidade de gordura subcut\u00e2nea.<\/li>\n<li>PH, valores maiores que 5,71 diminuem a qualidade da carne em rela\u00e7\u00e3o a maciez e textura.<\/li>\n<li>A carca\u00e7a deve ser aprovada em todos os testes para receber a certifica\u00e7\u00e3o e os resultados s\u00e3o compartilhados com o produtor.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Outro ponto de destaque \u00e9 o investimento em ra\u00e7a e gen\u00e9tica. A MLA investe 5 milh\u00f5es de d\u00f3lares australianos em pesquisa e desenvolvimento de gen\u00e9tica animal visando agregar valor em toda a cadeia da carne vermelha australiana, de bovinos, caprinos e ovinos.<\/p>\n<p>Na cadeia bovina os investimentos v\u00e3o para o\u00a0<em>Breedplan<\/em>, um sistema moderno de avalia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que oferece potencial para acelerar o progresso gen\u00e9tico e fornecer informa\u00e7\u00f5es objetivas, desenvolvido pela\u00a0<em>Animal Gen\u00e9tics and Breeding<\/em>, origin\u00e1ria da parceria entre a Universidade da Nova Inglaterra e o departamento de Ind\u00fastrias Prim\u00e1rias de Nova Gales do Sul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Por Fim<\/strong><\/p>\n<p>A pecu\u00e1ria de corte brasileira \u00e9 caraterizada por sistemas de produ\u00e7\u00e3o pouco intensivo, a base de pasto e sem investimentos em gen\u00e9tica animal. A uni\u00e3o da cadeia de produ\u00e7\u00e3o de carne bovina com a elabora\u00e7\u00e3o de projetos que objetivam agregar valor em todos os elos \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o que a pecu\u00e1ria de corte australiana pode deixar para o Brasil, como \u00e9 o caso de programas de certifica\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica e da pr\u00f3pria intensifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. O incentivo entre parcerias envolvendo o setor p\u00fablico, privado e acad\u00eamico pode impulsionar o maior n\u00famero de pesquisas relacionadas a gen\u00e9tica, produtividade, bem-estar animal e sistemas de produ\u00e7\u00e3o, visando acelerar o desenvolvimento da pecu\u00e1ria nacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica<\/strong><\/p>\n<p>ABARES. Australian Bureau of Agricultural and Resource Economics and Sciences.\u00a0Dispon\u00edvel em:.\u00a0Acesso em: 19\/07\/2018.<\/p>\n<p>Agri benchmark.\u00a0Global agri benchmark network results 2017. Dispon\u00edvel em:.\u00a0Acesso em: 20\/07\/2018.<\/p>\n<p>Comex Stat. Dispon\u00edvel em:. Acesso em: 20\/07\/2018.<\/p>\n<p>Breedingplan. Dispon\u00edvel em:. Acesso em: 20\/07\/2018.<\/p>\n<p>MLA. Meat and Livestok Australia. Dispon\u00edvel em:. Acesso: 19\/07\/2018.<\/p>\n<p>M.LA. Meat and Livestok Australia.\u00a0Statistics Database. Dispon\u00edvel em:.\u00a0Acesso: 19\/07\/2018.<\/p>\n<p>USDA. United States Department of Agriculture. Foreign Agricultural Service.\u00a0Dispon\u00edvel em:. Acesso: 20\/07\/2018.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caracter\u00edsticas da produ\u00e7\u00e3o Segundo o Departamento de Agricultura \u00c1gua e Recursos Naturais da Austr\u00e1lia a bovinocultura de corte \u00e9 uma parte importante da economia rural. Da \u00e1rea agricult\u00e1vel, 75% est\u00e1 destinada \u00e0 pecu\u00e1ria de corte, sendo o Norte e o Sul do pa\u00eds as principais regi\u00f5es produtoras. 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